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Artigos e Comunicações por ordem alfabética
        

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A (hiper)modernidade lacaniana
“Jacques-Alain Miller explicita uma tese maior sobre a contemporaneidade: estamos em tempos do Outro que não existe. Esta afirmação parece apenas indicar o fim desta entidade forjada por Lacan para abordar a cultura, a linguagem e a estrutura. Estaríamos em tempos da dissolução do Outro em uma espécie de anomia geral? Nada disso. Na verdade, a tese trata menos do fim do Outro e mais da materialização contemporânea de um outro Outro, uma estranha alteridade, que seria a tônica atual das relações do sujeito com o mundo, definido por Lacan como nãotodo...”. Para um desenvolvimento dessas teses em um plano macro, quase ficcional da realidade brasileira cf. “A hipermodernidade sertaneja”.
A ação lacaniana e o Digaí-Maré
Apresentação do projeto “Digaí-Maré” aproximando-o do que J. A. Miller definiu como “ação lacaniana”: “o que poderia, juntamente com o ato analítico tal como Lacan o definiu, ganhar lugar como ação psicanalítica, como ação lacaniana, que pudesse propiciar, deste ato, suas conseqüências na sociedade? (com Ana Lúcia Lutterbach-Holck).
A chave dos Sessenta
Editorial de Correio, revista da Escola Brasileira de Psicanálise, em sua sexagésima edição.
A clínica da significação - Parte II: A estrutura e seus exilados
Uma introdução ao Seminário 5 de Jacques Lacan. Nesta segunda parte trata-se da teoria da psicose pela foraclusão do Nome do Pai e da perversão a partir dos “casos” de Gide e de Mishima.
A clínica da significação – Parte I: O chiste e as formações do inconsciente
“Em seu quinto ano de ensino aberto, ano fundamental em que se articulam inúmeras teses fortes de seu pensamento, Lacan dá a seu seminário o título “As formações do inconsciente”. Este artigo visa introduzir a leitura do seminário a partir da discussão de alguns pontos que configuram seu horizonte e que esboçam algumas de suas portas de entrada...”.
A felicidade do país da psicanálise
Abertura do XVII Encontro Brasileiro do Campo Freudiano, Psicanálise e Felicidade, Rio de Janeiro.
A girar
As canções de Jorge Ben Jor valem por tomar o corpo em seu balanço, bem mais do que por sua poesia. É o caso desta. Por isso peço ao leitor que vá ouvi-la no youtube antes de prosseguir, pois ela me servirá para responder à seguinte pergunta colocada pelas editoras de Registros: “Só pode um homem amar a partir de uma posição feminina?”
A girar
Versão para revista Latusa do texto "A girar"
A inquietante estranheza
O estranho, a inquietante estranheza, o estranho-familiar, o êxtimo são algumas das traduções possíveis do Unheimlich de Freud. Elas nos dão uma ideia do tratamento que Lacan dedica a este afeto, reservando a ele, como sabemos, um lugar de honra em seu Seminário A Angústia. Trata-se de investigar o ponto de torção entre este e a angústia, com o objetivo de apreender em que medida os dois afetos se articulam.
A letra e o elã
“Costuma-se dar grande valor à emoção que sobe à cabeça. “É mais forte que eu”, ouço-me dizer ao enveredar por estranhos caminhos e infringir minhas próprias regras de conduta. Tudo em nome da crença de que o coração, com relação ao pensamento e à razão, seria emissário da verdade mais verdadeira.” A teoria lacaniana do afeto em sua incidência em uma análise, resume parte do seminário “Paixões em análise”.
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