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Artigos e Comunicações por ordem alfabética
        

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A periferia de Freud – do pai freudiano ao objeto lacaniano
Examino as diferentes leituras empreendidas por Freud em um momento seu de vertigem, aos 48 anos, em Atenas. Apresento o modo como Lacan aborda aquele momento: como o de um encontro com o ponto extremo do desejo, que se apresenta estruturalmente entrelaçado com a interdição. Articulam-se o termo Pai, nome que esse nó entre desejo e proibição ganhou no edifício freudiano, com conceito lacaniano de objeto a. As relações entre o desejo e seu limite serão ainda descritas com base em uma passagem de MV Bill, conhecido rapper brasileiro.
A polissemia do amor (figuras do secretário do alienado)
“É vital que a falha onde mora o sujeito da psicanálise seja situada na fronteira do clínico e do político. Ali reside o analista. Nesses tempos em que somos cobertos com uma chuva de objetos de consumo, a fabricação de um saber-fazer com pedaços de real arrancados do Outro do gozo, que constitui a solução psicótica ressalta-se ainda mais preciosa” (Resenha da tese de Doutorado de Nuria Malajovich: “Inventar o amor: um desafio na clínica das psicoses”).
A psicanálise do lixo
“Uma análise tem algo de faxina. Esbarra sempre com o conhecido sentimento de todo aquele que arruma sua casa: "tenho coisas demais aqui". Restringir-se ao essencial, contudo, não dissipa a estranheza, pois o mais íntimo objeto nunca é singular o bastante.” Verbete “objeto a” para o livro Scilicet concebido ao modo de um léxico de noções e temas fundamentais da orientação lacaniana.
A supervisão: do saber sobre a psicanálise ao saber psicanalítico
A supervisão na psicanálise em suas relações com o saber, da ignorância docente à douta ignorância de Lacan. Com Ana Cristina Figueiredo.
A violência do trauma e seu sujeito
Retomada do conceito de trauma como acontecimento da fundação de si e sua premissa do fator subjetivo ineliminável também trabalhado no texto "O trauma subjetivo".
A voz no texto - interpretação, tradução e ressonância
Segunda conferência sobre interpretação e tradução (a primeira é “. Esta se apoia no conto “Meu tio Iauaretê” de G. Rosa para demonstrar a presença da voz no texto como paradigma da interpretação freudiana.
Abrindo os circuitos
“Nas lacunas do discurso e nos orifícios do corpo, Freud encontrou o desejo. Descobriu-lhe a força até mesmo em seus estados mais quotidianos, sufocado pelo ideal ou oculto pela renúncia. Desvela-se então como o desejo habita a dança das vontades que agita os homens”. Apresentação do livro do X Encontro Brasileiro do Campo Freudiano: os circuitos do desejo na vida e na análise.
Algo fora da horda
Algumas preliminares lacanianas ao trabalho com grupos a partir da experiência do Digaí-Maré (com Ondina Machado e Lourenço Astua).
Algumas considerações sobre o amor, a paixão e o afeto
"O amor é apaixonante". Com esta fórmula Lacan empreende em 1974 um deslocamento. O amor passa de predicado a sujeito. Ele não é mais a paixão, ele a desperta. Gostaria de examinar a relação do amor com a paixão, por um lado, e com o afeto, por outro para demonstrar que esta fórmula traduz, um ano após Mais, ainda, a grande revolução teórica ocorrida neste seminário com relação ao amor. Este passa a ser tomado menos pela sua vertente de fascinação imaginária e mais pelo que introduz de real.
Aparências
A teorização lacaniana do “semblante”, ou aparência [semblant] com relação ao teatro dos sexos. Pode ser lido como uma retomada mais diretamente clínica do tema esboçado em um plano mais geral em “Sexo cortês”.
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