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Artigos e Comunicações por ordem alfabética
        

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Bispo do Rosário e a representação dos materiais existentes na Terra Flávia dos Santos Corpas e Marcus André Vieira
Com Flávia dos Santos Corpas. Este trabalho aborda o delírio e a obra de Bispo do Rosário como formas de tratamento do Real na psicose, soluções encontradas pelo sujeito diante daquilo que é inapreensível. A partir de entrevistas concedidas pelo artista e da leitura de seus trabalhos, propomos um novo enfoque sobre o delírio, baseado em outra da missão que Bispo afirmava ter.
Centros de atendimento da ação lacaniana
“Nossos centros de atendimento respondem diretamente a este efeito de eclipse da atopia, disto que costumamos chamar de extraterritorialidade do analista. A questão que eles encampam é: como dar lugar à extimidade do analista, que é a do seu objeto, sem poder se apoiar na crença partilhada de que existem coisas sagradas, fora do alcance?” Apresentação em plenária do XVII Encontro Brasileiro do Campo Freudiano.
Clínica e linguagem ou o furo na prática
Em lugar de discutir se há uma clínica ou várias clínicas, assumiremos que há variadas clínicas, mas sempre da linguagem no sentido em que se não houvesse a formtação que a linguagem confere a nosso olhar não haveria intervenção terapêutica possível incidindo sobre um corpo. A relação entre corpo e furo se destaca a partir dessas premissas e é aqui apenas esboçada (para uma investigação mais detalhada cf. “Cogitações sobre o furo”).
Clínica psicanalítica, ciência e pesquisa
Após uma discussão sobre o status científico da psicanálise, examino o valor da abordagem estrutural como método de construção e elaboração de casos e defendo a ideia de que este método engendra, a partir do relato da história de um tratamento, a constituição de uma teoria consistente. O modo de validação desta teoria, fundado por Freud no conceito de «construção», assim como suas implicações para a pesquisa em psicanálise são discutidos e ilustrados por um fragmento de caso clínico.
Cogitações sobre o furo
Desenvolvo algumas indicações de Jacques Lacan em um de seus últimos seminários, em que valoriza a topologia do furo, utilizando-as como chave de leitura para retomar as últimas elaborações freudianas acerca do dualismo pulsional. A partir daí buscamos abordar o modo de tratamento do corpo próprio da psicanálise, distinguindo-o do corpo da ciência (pode ser lido, tendo como introdução o texto “Clínica e linguagem, ou o furo na prática).
Com quantos livros se lê Lacan? Interpretação, tradução e ficção.
Conferência sobre o lugar da literatura na transmissão da psicanálise e mais especificamente no ensino de Lacan. O tema da tradução é a porta de entrada para abordar e definir a interpretação freudiana. Pode ser lida como a primeira parte de um par composto com “A voz no texto”.
Como se ri da angústia?
As relações entre angústia, trauma e fantasia a partir de fragmentos do “Analista de Bagé” de Luis Fernando Veríssimo. Uma hipótese é esboçada sobre a atualidade de uma dificuldade em recorer à fantasia como esteio para o desejo, levando à angústia crescente. O caminho do riso seria a solução? Como?
Cuidando de quem cuida – uma experiência de supervisão em enfermagem
“O grupo de enfermeiras reúne-se para discutir os casos de pacientes considerados de difícil manejo, elaborando uma escuta orientada pela psicanálise em direção à fala do paciente. Há uma estratégia explícita de mudar o olhar da enfermeira sobre o doente mental, na medida em que é o sujeito que se apresenta através de sua fala e não mais um conceito diagnóstico. Estes encontros semanais se caracterizam também como um grupo de discussão sobre o trabalho da enfermeira psiquiatra e sobre seu ofício” (com Ana Cristina Figueiredo e Cristina Loyola).
Da ironia à invenção
Genealogia da expressão “psicose ordinária”, promovida por Jacques-Alain Miller, partindo da “clínica universal do delírio”, como “clínica irônica” em contraposição à clínica diferencial das psicoses.
Da realidade ao real – Jacques Lacan e a realidade psíquica
“Delimita-se a leitura, emprendida por Jacques Lacan, do conceito freudiano de realidade psíquica, com ênfase na radicalidade do desamparo humano na teoria psicanalítica assim como de sua dimensão funcional na experiência de uma análise. Com base no desamparo, propõe-se a realidade como subjetivação da dimensão significante e da pulsão como resto operatório da dimensão simbólica...”.
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