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Artigos e Comunicações por ordem alfabética
        

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Mujer: figure imposible (o "en el litoral")
Versão em espanhol do texto "No litoral"
Na boca
"A própria metáfora da entrada tem seus limites. Apenas nossa ilusão egóica nos permite achar que existiria um lugar realmente "de fora", de onde se pesa e avalia para depois decidir agir ou não. Na porta, acreditando-se na dúvida, já se está dentro ou fora de alguma coisa. Torcer a maçaneta e atravessar a soleira da porta, essas coordenadas habituais para definir um começo valem pouco na experiência analítica."
Não sem
“O título do V Encontro Americano do Campo Freudiano (ENAPOL): “A saúde para todos não sem a loucura de cada um” propõe uma articulação peculiar entre universal e singular, definida pela expressão “não sem”. Gostaria de explorar o modo de relação que essa expressão introduz”.
No banquinho de Joyce (Lições da psicose)
Apresentação e discussão do “caso” Joyce de Lacan com base nas teses de Ram Mandil e Sérgio Laia. Aproximo os fragmentos de Joyce à textos de crianças alfabetizando-se (reproduz parcialmente o quinto encontro do seminário “Lições da Psicose”, que por sua vez retoma o trabalho do seminário “Elementos de artesanato lacaniano” proferido na Seção Rio da Escola Brasileira de Psicanálise).
No litoral
Consumista, louca, mas também criativa e empreendedora; não nos faltam figuras do que seria tipicamente feminino. Assumimos, porém, com Lacan, que a mulher não existe no sentido de que seu essencial não tem essência, não se insere no campo da representação. Como se articulam, então, o feminino de Freud e de Lacan e as imagens do feminino na cultura?
O analista multiuso (ou o santo e o objeto)
Partiremos da terceira pergunta lançada por Jacques-Alain Miller a Lacan em “Televisão”. Era uma pergunta provocativa sobre a saúde mental: “Os psicólogos, os psicoterapeutas, os psiquiatras, todos os que trabalham em saúde mental, são eles que, na base e na dureza, agüentam toda a miséria do mundo. E o analista, enquanto isso?”.
O ato e a lei – o ponto de vista de Freud, por Lacan
Conferência pronunciada na Primeira Vara da Família e Adolescência do Rio de janeiro a convite da equipe do juiz Siro Darlan.
O Brasil não é para principiantes...
“Nada melhor que o termo do Profeta Gentileza: Capetalismo. Basta acrescentar que em sua versão contemporânea ele absorve todos: as igrejas, os caridosos, os revoltosos e assim por diante. Nas franjas do social o capetalismo se encontra com o lixão de seus restos. Esses, que deserdamos, serão reabsorvidos, sabemos, pelo tráfico. Grande entreposto varejista, máquina acéfala, sem lei, nem mesmo, como gostaríamos de pensar, a de uma máfia cruel, a não ser a livre concorrência em sua versão terceiro mundista radical. Realmente, como dizia Tom Jobim, o Brasil não é para principiantes...” (Discurso como Diretor Geral da EBP na Assembléia Geral da Escola Brasileira de Psicanálise em Catussaba, Salvador).
O catálogo e a chave: sujeito da ciência e sujeito do inconsciente
“Gostaria de abordar a relação entre psicanálise e ciência sob um aspecto particular, evitando a complexidade paralisante desta questão com o uso do exemplo das classificações psiquiátricas atuais, cotejando-as com o modo psicanalítico de categorização”.
O corvo, o analista e a interpretação
“A poesia sempre foi vista com bons olhos por Lacan, especialmente em seus últimos seminários onde é associada explicitamente à interpretação. A poesia realiza o que na interpretação deve-se buscar: suspender as significações imaginárias evitando a armadilha do sentido. Para tentar situar o modo como Lacan circunscreve este efeito poético, examinarei algumas de suas indicações neste seminário utilizando O Corvo de Edgar Allan Poe como ponto de apoio.”
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