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Artigos e Comunicações por ordem alfabética
        

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O enriquecimento da clínica - O homem e os sujeitos
Texto redigido a partir de apresentação na mesa redonda “O empobrecimento da clínica psiquiátrica – impasses e saídas”, III Congresso Mineiro de Psiquiatria - Congresso Brasileiro de Psiquiatria, Belo Horizonte.
O Homem dos Lobos: A atualidade dos casos clínicos freudianos
“Por quê ler, hoje, o “Homem dos lobos”? Qual seria o sentido - para um analista às voltas com as tão concretas demandas do campo da saúde mental, das instituições carcerais, jurídicas, universitárias e tantas outras - dessa leitura? Ainda encerraria ela alguma orientação clínica válida?”
O mal-estar na civilização entre desejo e gozo
“Propus-me retomar um texto fundador de Freud para um público interessado, mas não necessariamente intimo dos conceitos psicanalíticos. Tentarei demonstrar que psicanálise tem algo a propor diante do mal-estar da civilização. Entretanto, por ser este um caminho radicalmente diferente ele não é facilmente assimilável. Tentarei então situá-lo não somente com ajuda do texto de Freud como também com algumas contribuições de Lacan especialmente a sua concepção de canalhice.”
O real da paixão
Esboço de distinção entre afeto, emoção, sentimento e paixão.
O resto e o riso
Examino o conceito de ética introduzido por Lacan diferenciando da moral e destacando a instrumentalização que ela fornece ao analista no que ele chamou de ética do bem-dizer que delimita não apenas os pequenos monstros cheios de vida de uma existência, mas ao menos uma virtude, definida por Lacan como gaio issaber.
O Ser das paixões
“Em 1953 Lacan contrata uma estenógrafa e formaliza um seminário que já funcionava há dois anos, dando início a um ensino que iria atravessar três décadas. Não causa surpresa que seu primeiro ano de seminário "oficial" seja atravessado por uma interrogação sobre o que é o saber e sobre sua função na análise. É neste contexto que Lacan introduz as paixões do ser, amor, ódio e ignorância, para retomar a transferência a partir da sua trilogia RSI...”.
O sintoma no coletivo
Versão do texto "Pânico no ônibus" para o livro "Psicanálise na favela: Projeto Digaí-Maré - A Clinica dos Grupos ".
O sujeito da psicanálise não é sem corpo Andréa Vilanova e Marcus André Vieira
O parentesco da psicanálise com a ciência encontra-se a partir de Lacan ancorado em uma forma de pertencimento definida em termos de exclusão interna, uma pertença topológica. O sujeito que opera no discurso psicanalítico é o sujeito advindo como efeito do discurso da ciência, cuja operação de literalização da natureza faz emergir o próprio sujeito, mas como elemento foracluído de sua operação. Verifica-se com Lacan que, quando se trata do real, a linguagem não é capaz de recobri-lo, há sempre um resto, com o qual Lacan escreverá o objeto a, suporte da presença do sujeito no mundo que define a experiência psicanalítica como uma prática que transcende os limites da lógica significante.
O trauma subjetivo
“A que título o psicanalista teria algo a dizer sobre o trauma? Ele não costuma estar junto da equipe de assistência, não presta socorro imediato, ao menos não em sua figura tradicional. Seu papel está condicionado à premissa de que há em qualquer trauma um “fator subjetivo” ineliminável. É preciso contar que, independentemente do que terá ocorrido, algo singular precisará entrar sempre em ação para que se possa definir um trauma, já que nem todos os expostos à mesma situação serão traumatizados...”.
O zero do sujeito
Este texto retoma boa parte do trabalho desenvolvido na dissertação de Marcio Arese por mim orientada. É uma retomada da relação estabelecida por Lacan entre seu conceito de sujeito e o zero em G. Frege e explicitada por J. A. Miller em “A sutura” (com Marcio Arese).
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