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A (hiper)modernidade lacaniana
“Jacques-Alain Miller explicita uma tese maior sobre a contemporaneidade: estamos em tempos do Outro que não existe. Esta afirmação parece apenas indicar o fim desta entidade forjada por Lacan para abordar a cultura, a linguagem e a estrutura. Estaríamos em tempos da dissolução do Outro em uma espécie de anomia geral? Nada disso. Na verdade, a tese trata menos do fim do Outro e mais da materialização contemporânea de um outro Outro, uma estranha alteridade, que seria a tônica atual das relações do sujeito com o mundo, definido por Lacan como nãotodo...”. Para um desenvolvimento dessas teses em um plano macro, quase ficcional da realidade brasileira cf. “A hipermodernidade sertaneja”.
A clínica da significação - Parte II: A estrutura e seus exilados
Uma introdução ao Seminário 5 de Jacques Lacan. Nesta segunda parte trata-se da teoria da psicose pela foraclusão do Nome do Pai e da perversão a partir dos “casos” de Gide e de Mishima.
A clínica da significação – Parte I: O chiste e as formações do inconsciente
“Em seu quinto ano de ensino aberto, ano fundamental em que se articulam inúmeras teses fortes de seu pensamento, Lacan dá a seu seminário o título “As formações do inconsciente”. Este artigo visa introduzir a leitura do seminário a partir da discussão de alguns pontos que configuram seu horizonte e que esboçam algumas de suas portas de entrada...”.
A girar
As canções de Jorge Ben Jor valem por tomar o corpo em seu balanço, bem mais do que por sua poesia. É o caso desta. Por isso peço ao leitor que vá ouvi-la no youtube antes de prosseguir, pois ela me servirá para responder à seguinte pergunta colocada pelas editoras de Registros: “Só pode um homem amar a partir de uma posição feminina?”
A girar
Versão para revista Latusa do texto "A girar"
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