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Real, Simbólico e Imaginário

 

Real, Simbólico e Imaginário  
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Como lidar com essa criança perdida em nós que insiste em trazer histórias de antes de nossa história? Freud oscila: tanto fala de cenas traumáticas, vividas ou fantasiadas, quanto de traumas ancestrais, que parecem dar corpo a vivências de uma pré-história subjetiva. Essa coisa primeira, não é exatamente perdida, pois está ali e fala, mas fala a língua do desamparo. Pois bem, segundo Lacan, nossa singularidade não é apenas desamparada, ela se apresenta a nós como estilhaçada. Quando chegamos perto dos confins encontramos não uma lembrança, mas uma colagem de variados fragmentos. Então, sempre que quisermos tomar a origem em consideração, não contaremos “Um”, e nem mesmo “Dois”, mas “Três”, que é declinado por Lacan como: real, simbólico e imaginário. O presente seminário é resultado de encontros ocorridos na Escola Brasileira de Psicanálise – Seção Rio ministrado por Marcus André Vieira sob o tema “A trilogia lacaniana”.
 

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