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Real, Simbólico e Imaginário - aulas

 

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I) R.S.I. – O que é isso?....................... ............................ ............................ Para começar este percurso com a “trindade infernal” de Lacan, como ele se referiu certa vez à sua tripartição real-simbólico-imaginário, pensei em uma sequência de perguntas do incauto ideal. Inicialmente, ele é afetado a partir de uma posição de exterioridade com relação ao sintoma: você pode me livrar de meu sintoma? De quê sofro? Mas ele pode passar a se perguntar sobre a parte que lhe cabe em seu sofrimento: Por que sofro assim? Em que meu jeito de ser ajuda ou atrapalha no que me aflige? Finalmente, ele passa a ter a si mesmo como objeto: O que é este meu jeito? Posso ser outro? Real, Simbólico e Imaginário - Parte 1
II) Simbólico, Imaginário, Real e traço....................... ............................ Para continuação de nosso estudo, estabeleceremos três premissas negativas: O imaginário não é a imaginação, o simbólico não é o simbolismo e o real não é a realidade. A essas premissas, negativas, associa-se uma, positiva: o simbólico se desdobra em significantes e traços. Real, Simbólico e Imaginário - Parte 2
III) O Real e o Jaguadarte.................. ............................ ............................ O que faz a psicanálise, então? Ela não trabalha com aquilo que se pode entender, tão pouco trabalha com aquilo que não se entende. A análise, nos termos lacanianos, buscará um trabalho com o simbólico que, dentro dessa perspectiva que trouxemos, é pensar que a vida que não cabe tem um tanto que fica na escuridão, e um tanto que se escreve de uma maneira que não tem sentido. Real, Simbólico e Imaginário - Parte 3
IV) Estilo e sintoma..................... ............................ ............................ Lembrem-se de que estamos falando da construção de um lugar no mundo para a singularidade e, que se nós conseguimos verbalizá-la, ela, a rigor, não existe. Se encontramos algo que nos constitui ímpar mais do que qualquer outra pessoa, encontraremos dificuldades em falar sobre isso. É nisso que “insisto”, parafraseando Lacan em A Instância da Letra no Inconsciente, ao dizer que a análise é para sustentar uma singularidade ou para produzi-la, porque ela é qualquer coisa que nos habita e insiste em cada passo que se dá, mas não consiste em nenhum deles. Real, Simbólico e Imaginário - Parte 4
V) Simbólico, orvalho e lampião..................... ............................ Não estamos dizendo que poderíamos ir para o real e nem que podemos ir e voltar. Da mesma forma que não dizemos que vamos manobrar com o real. Se começarmos a nos enveredar muito por ele, nos perdemos. E, se isso é verdade, para se manobrar com o real é necessário certa distância que nos mantenha fora dele. Pode-se circunscrevê-la e lidar com ela com certa objetalidade e então, talvez, fazer alguma coisa. Real, Simbólico e Imaginário - Parte 5
VI) Tupi freudiano................... ............................ ............................ O que faz a análise a partir disso, é restituir às palavras seu valor de garatuja permitindo outras leituras nas mesmas letras. O essencial será conseguir ficar só com a garatuja, com uma espécie de resto vocal, linguajeiro, de cena, e fazer com esses pedaços algo semelhante ao que Guimarães Rosa fez: um conto, por exemplo. Desses pedaços de língua que nos habitam, a lalíngua, ele fez o tupi e um jogo com a onça. Marcando ainda, uma impossibilidade: ficando-se demais nisso perde-se a vida. Afinal é preciso ter algum sentido também. Real, Simbólico e Imaginário - Parte 6
 
 
Primeira

 



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