Patriarcado e Nome-do-Pai: o lugar do sinthoma na Era do Plástico
(Com Paula Legey)
O artigo aborda as relações entre patriarcado e os conceitos lacanianos de função paterna e Nome-doPai. O objetivo é pensar como se dá a constituição subjetiva nos tempos que correm, quando não há mais um eixo normatizador da subjetividade que opere de maneira unívoca. Nesse sentido, estabelece-se um paralelo entre a presença massiva do plástico em nossa sociedade e a plasticidade das formas de constituição subjetiva.
A partir do último ensino de Lacan, mais especificamente do modo de tomar a língua encarnado no neologismo lalingua, muito do modo como lidamos com o vasto campo da fala e da linguagem em uma análise precisa ser ressituado.
A língua faz barulho?
Não são nossas línguas que rumorejam, ao colocar a língua inerte em movimento? Além disso, em que os barulhos da língua, caso existam, poderiam contribuir para a interpretação psicanalítica?
A política da ex-sistência
Este texto trabalha a questão do desdobramento do tipo de laço específico do cartel em uma situação especial, a da Escola.
Vamos revisitar o tema da paixão no corpo a corpo de uma análise, à luz do que Jacques Lacan desenvolveu em seus últimos seminários.
Por reunirem um conjunto decisivo de indicações que reconfiguram profundamente seu percurso, Jacques-Alain Miller os considerou como um segmento à parte, que denominou o último ensino de Lacan.